Membrana artificial permite mais eficácia e precisão nos testes
Uma boa notícia para os que defendem o fim da uilização de animais como cobaias de laboratórios: uma equipe de pesquisadores da Universidade suíça de Neuchâtel apresentou nesta segunda-feira, 6 de novembro, um método que substituirá a utilização de animais nos testes de produtos contra carrapatos.
O resultado do trabalho realizado por Thomas Krober e Patrick Guerin no Instituto de Zoologia do centro universitário é uma membrana artificial composta de celulose e silicone, que imita a fisiologia e a elasticidade da pele animal.
Segundo os especialistas, o dispositivo permite comprovar de forma mais rápida e econômica a eficácia de produtos contra carrapatos. Além disso, os agentes patógenos depositados pelo carrapato na membrana artificial podem se recuperar, e sua identificação, segundo os pesquisadores, abre caminho para a fabricação de remédios específicos contra esses parasitas.
Segundo a universidade, esse procedimento pode ser utilizado tanto para conter surtos de carrapato nas criações de gado, como na luta contra doenças transmitidas por insetos, como os mosquitos e as mosca tsé-tsé.
Apesar de ainda estar em desenvolvimento, a descoberta abre precedentes para que em um futuro próximo os animais não precisem mais servir como cobais de laboratórios farmacêuticos.
Fonte: Agência EFE
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